Ao longo dos anos, participei de muitos conselhos. Uma coisa se repete em boa parte deles: quando as decisões estratégicas ficam concentradas nas mesmas duas ou três pessoas, ano após ano, o escritório tende a repetir os mesmos caminhos, mesmo quando o mercado já pediu outra direção.
Criar esse espaço de questionamento antecipa um problema. Porque se o mercado for fazer essa pergunta mais tarde, ele faz de um jeito bem menos gentil.
O conselheiro existe para ampliar a visão crítica da sociedade. Na minha experiência, isso é o que separa estruturas realmente maduras das que só parecem maduras.
Seu escritório tem espaço para o questionamento estratégico? Ou as decisões de sempre continuam vindo das mesmas pessoas de sempre?